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17/09/2009

A Arte Românica

01/06/2009

Revolução Liberal Portuguesa de 1820




As invasões francesas deixaram o nosso país em muito mau estado. Portugal ficou devastado e arruinado, já que os exércitos invasores praticaram roubos, destruíram casas e ruas e deixaram as actividades económicas (agricultura, indústria e comércio) praticamente paralisadas.

Para além disto, a população portuguesa estava também descontente porque:

Ø Os portos brasileiros deixaram de ser exclusivos de Portugal e abriram as portas ao comércio com outros países.

Ø Em 1815, o Brasil deixou de ser uma colónia portuguesa e foi elevado à categoria de Reino, tornando-se a cidade do Rio de Janeiro a sua verdadeira capital. (Hoje é Brasília)

Ø A família real e a corte portuguesa continuavam no Brasil (o rei estava fora de Portugal e os ingleses é que estavam a ocupar os principais cargos na governação e no exército em Portugal)

Por estes motivos, o descontentamento da população era geral e associado às novas ideias liberais (que defendiam sobretudo, uma maior participação na vida política) gerou-se um clima favorável a conspirações contra a situação em que o país vivia.

Em 1817, Gomes Freire de Andrade, liderou uma tentativa para mudar o regime, exigir o regresso do rei e expulsar os ingleses do nosso país. Esta tentativa não foi bem sucedida porque foram descobertos e os seus responsáveis foram presos e condenados à morte.

Em 1818 (no ano seguinte), um grupo de liberais do Porto (constituído por juízes, comerciantes, proprietários e militares) formou uma associação secreta – o Sinédrio – que era liderada por Fernandes Tomás e tinha como objectivo preparar uma revolução.


A 24 de Agosto de 1820, aproveitando a ausência de Beresford (general inglês nomeado por D. João VI como marechal do exército português, a quem foram concedidos grandes poderes para acabar com qualquer tipo de conspirações liberais), o Sinédrio fez despoletar (deu início), no Porto, à Revolução Liberal.
Rapidamente, a revolução se estendeu a Lisboa e ao resto do país. Os ingleses foram afastados do governo e os revolucionários criaram um governo provisório (Junta Provisional de Governo do Reino) que, de imediato, tomou medidas para resolver os problemas do reino.

As medidas mais importantes tomadas pelo governo provisório da revolução de 1820 são:

Ø Exigência do regresso do rei D. João VI a Portugal
Ø Realização de eleições com o objectivo de escolher deputados às Cortes Constituintes, para elaborar uma Constituição (documento que contem as Leis fundamentais de um país).

As 1ªs eleições realizadas em Portugal aconteceram em Dezembro de 1822.
Esta Constituição consagrou os princípios da liberdade e de igualdade dos cidadãos perante a lei (fosse qual fosse a sua origem social, acabando-se desta forma com os privilégios do clero e da nobreza) e consagrou a divisão do poder em três poderes.

D. João VI, com medo de ser afastado do trono pelas Cortes, voltou a Portugal em 1821 e em 1822 jurou (aceitou) a Constituição Portuguesa. Desta forma, Portugal passou de uma monarquia absoluta para uma monarquia liberal (ou constitucional).
In: apontamentos-da-escola.blogs.sapo.pt/816.html
Testa aqui os teus conhecimentos:

26/05/2009

Correcção do teste de avaliação

Podes consultar aqui a correcção do teste de avaliação realizado sobre o século XVIII, século das Revoluções.

03/05/2009

As revoluções Agrícola e Industrial - Revisão

Está na hora de diagnosticar o grau de conhecimento dos conteúdos abordados nas aulas e de preparar o teu momento de avaliação. Para isso consulta os quadros síntese e explora o questionário que te apresento.







Perguntas e Respostas

P- 0 que significa «revolução agrícola»?

R. A revolução agrícola consistiu num conjunto de transformações muito significativas e profundas na agricultura inglesa.

P- Quais os factores político-económicos res­ponsáveis pelo desenvolvimento da agricul­tura inglesa no século XVIII?

R. Os factores político-económicos responsáveis pelo desenvolvimento da agricultura inglesa no século XVIII foram o sistema parlamentar favorá­vel à livre iniciativa e os investimentos dos lu­cros do comércio colonial na agricultura.

P- Qual a importância das enclosures para o pro­cesso de transformação da agricultura?

R. As enclosures contribuíram para a preservação dos pastos e para uma maior rentabilidade das explorações agro-pecuárias. Nelas foi possível fazer experiências agrícolas de grande sucesso, nomeadamente ao nível da produtividade dos solos e do aperfeiçoamento de raças animais.

P- Quais foram as técnicas agrícolas desenvolvi­das na época?

R. Resumidamente, podemos referir os campos cer­cados (enclosures); o afolhamento quadrienal; os arroteamentos e as drenagens; o apuramento de raças animais e de sementes; o aperfeiçoamento/ invenção de alfaias e máquinas; a introdução de novas plantas e a adubação.

P- O desenvolvimento agrícola foi um fenómeno generalizado na Europa?

R. Não. Ele apenas se fez sentir, nesta fase, nos Países Baixos e, sobretudo, na Inglaterra.

P- Quais foram as consequências do aumento da produtividade dos solos?

R. O aumento da produtividade dos solos contribuiu para um aumento da produção de alimentos e, consequentemente, contribuiu também para a diminuição das fomes e da mortalidade, e para a obtenção de matérias-primas, capitais e mão-de­-obra potencialmente disponíveis para outros sec­tores de actividade, como a indústria.

P- Quais as consequências demográficas positi­vas, resultantes dos progressos verificados na alimentação?

R. As consequências positivas foram: a diminuição das fomes e das epidemias e a forte redução das taxas de mortalidade. Globalmente, houve uma melhoria da qualidade de vida das pessoas.

P- Quais as consequências da revolução demo­gráfica na segunda metade do século XVIII?

R. As consequências foram múltiplas. Deu-se um re­juvenescimento da população; um considerável aumento da esperança de vida das pessoas; um forte crescimento urbano e um forte êxodo rural. Com as pessoas cresce o consumo e os mercados alargam-se.

P- Quais os condicionalismos e factores da prio­ridade inglesa na revolução industrial?

R. Os condicionalismos foram políticos e sociais (regime parlamentar liberal; burguesia e nobre­za muito empreendedoras); demográficos (mão-de-obra disponível); económicas (abun­dância de capitais e vastos mercados, externo e interno); geográficos (existência de boas vias de comunicação); naturais (abundância de matérias­-primas); e técnicos (numerosos inventas e téc­nicos).

P- Quais os sectores de arranque da RevoluçãoIndustrial?

R. Os sectores de arranque foram a indústria têxtil algodoeira e a indústria metalúrgica.

P- Qual a importância da máquina a vapor?

R. A máquina a vapor contribuiu para acelerar o trabalho e aumentar a produção. A máquina a vapor veio pôr as outras máquinas a trabalhar a alta velocidade.

P- O que significa «revolução industrial»?

R. Revolução industrial significa um conjunto de transformações técnicas operadas na indústria, que alteraram o tradicional modo de produção: da manufactura passou-se à maquinofactura.

P- Onde se localizavam as fábricas?

R. Inicialmente as fábricas localizavam-se junto das matérias-primas (campos, minas), das vias de co­municação (portos, rios, canais,...) e dos cursos de água. Mais tarde, com o desenvolvimento das vias de comunicação e a utilização da máquina a vapor, passaram a concentrar-se mais nas cidades.

Com os devidos créditos ao blog: http://historia8-penedono.blogspot.com/




19/04/2009

O Iluminismo e as propostas de alteração do poder e da sociedade

Iluminismo - Nome de movimento intelectual europeu do século XVIII, e que parte da identificação entre cultura e civilização, convertida em ideal de razão, ciência e progresso. Este movimento, que se reclama herdeiro do racionalismo do século XVII, tem alguns dos seus representantes mais influentes na França, Suíça e Alemanha. Os escritos de Jean‑Jacques Rosseau e dos enciclopedistas franceses dominam boa parte do movimento. Francis Bacon, Descartes, Newton e Locke são alguns dos filósofos e cientistas usualmente apontados como precursores próximos.
Confiantes no progresso, os iluministas, entre os quais Voltaire, desenvolveram por vezes um combate ao Antigo Regime e às instituições que consideravam suporte deste.
· Defende-se a divisão dos poderes em Legislativo, Executivo e Judicial.

· Defende-se uma sociedade baseada na igualdade, na liberdade e que o poder tenha origem no povo e não em Deus.

· Denuncia-se o abuso dos reis, as injustiças e a intolerância.

· Propõe-se:
Substituir o absolutismo pelas monarquias parlamentares
Separar e tornar independentes os poderes
Extinção da sociedade de ordens
Abolição dos privilégios do Clero e da Nobreza
Igualdade dos cidadãos perante a Lei.

Estas ideias circulam pela Europa através de jornais, livros e pela Enciclopédia.
Os cafés, salões e academias são importantes locais de discussão de ideias.

18/04/2009

André Gonçalves



André Gonçalves era um pintor português, nascido em 1692 e falecido em 1762, foi responsável pela mudança estética que se operou em Portugal no início do século XVIII, e que consistiu num abandono dos esquemas hispânicos do seiscentismo e na adopção dos esquemas italiano e francês, mais ricos e variados. As suas obras de maior renome são o tecto da Igreja do Menino Deus, em Lisboa, alguns quadros da Capela dos Sete Altares, em Mafra, bem como o retábulo da capela do Palácio de Queluz. Muitos dos seus quadros encontravam-se em igrejas de Lisboa que foram destruídas pelo terramoto de 1755.


Trabalho elaborado por :
Jessica Antunes 8ºA
Carlos Filipe 8ºA

Bernini


Gian Lorenzo Bernini (Nápoles, 7 de Dezembro de 1598 – Roma, 28 de Novembro de 1680) foi um eminente artista do barroco Italiano, trabalhando principalmente na cidade de Roma. Distinguiu-se como escultor e arquitecto, ainda que igualmente tivesse sido pintor, desenhista, cenógrafo e criador de espectáculos de pirotecnia. Esculpiu numerosas obras de arte presentes até aos dias actuais em Roma e no Vaticano.
Gian Lorenzo Bernini nasceu no seio de uma família florentina, filho de Pietro Bernini, escultor maneirista. Cedo acompanhou o pai a Roma, onde suas precoces habilidades de prodígio logo foram notadas pelo pintor Annibale Carracci e pelo papa Paulo V começando assim a trabalhar como artista independente. Os seus primeiros trabalhos foram inspirados por esculturas helenistas e romanas existentes.


Bibliografia:



Trabalho feito por:

Catarina Santos nº4 8ºA
Joana Mendes nº10 8ºA