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14/01/2013

A União Ibérica

Antecedente: a crise dinástica 

Que resultou da morte de D. Sebastião, antes de deixar descendentes. Entre os possíveis sucessores estava o poderoso Filipe II, bisneto de D. Manuel, que governava o mais poderoso império colonial.

O poder de Castela e a crise do Império Português 

Filipe II soube estabelecer relações políticas e económicas com a nobreza, o clero e a burguesia portuguesas, obtendo dos mesmos um forte apoio pois estes grupos, devido à decadência do Império português, viam com interesse o acesso a novos mercados que eram o Império Espanhol. Para fazer valer os seus direitos Filipe II invadiu Portugal e contando com o apoio da nobreza e da burguesia portuguesas, Filipe II uniu as duas coroas, dando início a uma nova fase da política portuguesa: a União Ibérica, que se estendeu até 1640.

A administração dos reis espanhóis 


Num primeiro instante, cumprindo as promessas juradas por Filipe II nas cortes de Tomar, em 1581, Portugal manteria a autonomia administrativa e os seus domínios continuariam separados das possessões espanholas. No entanto, esse quadro perdurou por pouco tempo, pois o poder administrativo castelhano incumbiu-se de anular a autonomia lusitana, através da centralização do poder administrativo em torno de Castela.

A governação de Filipe III e do seu filho Filipe IV agravaram o incumprimento dos seus deveres para com Portugal: nomearam-se ministros castelhanos para o Conselho de Portugal, em violação dos compromissos assumidos nas cortes de Tomar. Essa medida, bem como o aumento dos impostos, devido à participação na Guerra dos Trinta Anos e como forma de sanar os problemas económicos e militares existentes no território espanhol, caracterizaram um governo extremamente impopular. O descontentamento social fez eclodir em Portugal os movimentos antifiscais, como por exemplo o ocorrido na Revolta do Manuelinho, em Évora.


A reacção portuguesa 

A União Ibérica não impediu a decadência do reino português, envolvido nas sucessivas e desastrosas guerras que a Espanha sustentava na Europa. As maiores desgraças recaíram sobre os domínios portugueses que eram atacados pelos inimigos de Castela, sobretudo no Brasil onde Portugal tinha os maiores interesses económicos. O aumento de impostos e o afastamento da nobreza portuguesa do governo, as guerras de Castela e as revoltas na Catalunha fizeram eclodir a restauração do domínio português em 1640.

Questionário:


Qual o primeiro e principal motivo que originou a União Ibérica? 

Explica a chegada de Filipe II ao trono de Portugal. 


Como descreves a governação de Filipe III e Filipe IV?


Quais os motivos que levaram à revolta dos portugueses e á restauração da Independência?


Entre que anos Portugal e a Espanha estiveram unidos numa única coroa? 

16/12/2012

Trabalho de casa férias de Natal

"A (...) causa que bota a perder as naus, e o reino da India e tudo é a dos que navegam nesta carreira em sobrecarregarem as naus e as arrumarem mal, com o leve em baixo e o pesado em cima, o que não só descompassa as naus como temos visto, abertas todas indo-se ao fundo.
(...) assim que em vinte anos, que há do ano de 1582 até 1602, perdeu este reino trinta e oito naus da índia, algumas por desastre e as mais delas por cobiça por sobrecarregarem na Índia."
Melchior Amaral, Tratado das batalhas e Sucesso do Galeão Santiago, 1601 (adaptado)

Analisa atentamente o mapa e o documento de Melchior Amaral, complementa com a informação do manual e responde à seguinte questão:

1 - Identifica os motivos que levaram à crise do Império Português.


Nota: a tua resposta deve ser fundamentada com os documentos apresentados e ser enviada para o professor através dos comentários do blog. Os vossos comentários não aparecem publicados até o professor efetuar a moderação dos mesmos.

03/12/2012

22/11/2012

Orientações de aprendizagem: Renascimento e Reforma


Como preparar o próximo momento de avaliação:
Consultar o manual e os restantes materiais disponíveis no blog e assinalar as dúvidas para posterior esclarecimento com o professor.
Analisar cuidadosamente as fontes e procurar identificar  os aspetos abordados nas aulas.
Não deixes o estudo para as vésperas do teste.

O Renascimento e a Reforma

·        Localizar os principais focos de difusão cultural nos séculos XV e XVI.
·      Explicar as condições que fizeram da Itália o berço do Renascimento.
·      Compreender os conceitos: Renascimento, Humanismo, Espírito Crítico, Antropocentrismo, Individualismo,
·      Descrever as características do Humanismo renascentista e a nova mentalidade deste homem.
·      Compreender a importância da imprensa na divulgação dos novos valores e atitudes no campo do pensamento e da literatura.
·      Identificar as principais figuras do humanismo e da literatura renascentista europeia e algumas das respectivas obras.
·       Relacionar o contributo dos portugueses para o Renascimento com as viagens marítimas dos portugueses
·       Conhecer as características da arte renascentista: pintura, escultura e arquitectura.
·       Reconhecer a originalidade da arte manuelina.
·       Conhecer os motivos que levaram à Reforma Protestante.
·       Destacar os princípios fundamentais em que divergem Católicos e Protestantes.
·       Conhecer a resposta da Igreja Católica ao Protestantismo através da acção de Reforma e de Contra-Reforma.
·       Destacar as principais medidas tomadas pela Contra-Reforma.
·       Avaliar a acção da Contra-Reforma, na Península Ibérica.
·       Compreender os conceitos: Reforma, Protestantismo

19/11/2012

Correção da ficha de avaliação

Ao clicar na imagem tens acesso à correção da ficha de avaliação. Analisa o documento com atenção e compara com o trabalho que realizaste.

15/11/2012

Apresentação: O Renascimento

Clica ma imagem e acede á apresentação em Powerpoint trabalhada na aula. Coloca as tuas dúvidas ao professor.

31/10/2012

Colabora com o professor no preenchimento de um inquérito sobre a forma como organizas o teu trabalho na disciplina.

Obrigado!

       Inquérito