Consulta a apresentação trabalhada na aula e revê o que estudámos sobre as Revoluções agrícola e industrial ocorridas na Inglaterra.
04/03/2013
Revê os teus conhecimentos
Documento 1
Artº 1º - Sua
Majestade, El-Rei de Portugal, promete (…) admitir para sempre, no Reino de
Portugal, os panos de Inglaterra, como era costume até ao tempo em que foram
proibidos pelas leis (…)
Artº 2º - É
estipulado que sua Majestade britânica (…) será obrigada daqui em diante, a
admitir na Grã-Bretanha os vinhos de Portugal (…) não se poderá exigir os
direitos de alfândega (…) mais do que se costuma exigir ao vinho de França (…)
Tratado
de Methuen, 1703
Documento 2
A descoberta de minas e ouro no
Brasil, nos finais do século XVII, fez com que Portugal deixasse de ficar
dependente dos metais espanhóis e criou a ilusão de que haveria ouro suficiente
para cobrir o défice da balança comercial.
Documento 3
“Embora o reino seja pequeno, mais de metade
está por cultivar” e lamentava-se “Que riquezas não extrairia Sua Majestade dos
seus estados se eles fossem povoados por gentes laboriosas!”
(in Portugal de D. João V, visto por três forasteiros)
Analisa os documentos e explica a situação da economia (comércio, agricultura e manufaturas) em Portugal, quando
o rei D. José chega ao trono.
26/02/2013
Orientações de aprendizagem
O poder Absoluto em Portugal:
O reinado de D. João V
O despotismo esclarecido
pombalino e o reforço do poder do Estado
O desenvolvimento comercial
e manufatureiro e a promoção da burguesia
O terramoto de 1755 e
a reconstrução da cidade de Lisboa
A arte barroca
Caraterísticas na
arquitectura, pintura e escultura.
Caraterísticas
(particularidades) do barroco português.
18/02/2013
17/02/2013
A Monarquia Absoluta
A MONARQUIA ABSOLUTA
No início do século XVIII, na Europa, têm grande difusão as ideias que defendem o poder absoluto do rei (absolutismo), ou seja, o governo do país dependia da vontade do rei, verdadeiro representante de Deus na terra, que tinha todos os poderes e mandava cada vez mais.
D. João V vai seguir esta tendência política, governando Portugal como rei absoluto –Monarquia Absoluta. Durante o seu reinado, de 44 anos (1706 – 1750), nunca reuniu as cortes.
Graças às grandes quantidades de ouro e diamantes que vinham do Brasil, a que se juntavam os lucros obtidos no comércio do tabaco, açúcar, vinho e sal, D. João V detinha uma grande riqueza, com a qual conseguia manter a nobreza debaixo do seu domínio (distribuindo cargos, pensões e títulos), assim como enviava riquíssimas embaixadas a vários países.
A VIDA NA CORTE
A Corte vivia com muito luxo e ostentação.
O rei dava festas esplêndidas e os nobres vestiam, de acordo com a moda francesa, trajes riquíssimos.
Os bailes, concertos, teatros, jogos e touradas divertiam e distraiam a Corte. Havia igualmente grandes banquetes.
Procurando imitar a vida da Corte, a nobreza vai construir palácios (os solares) um pouco por todo o país.
Entretanto, o povo vivia com muitas dificuldades: no campo, os que não emigravam para o Brasil continuavam a praticar uma agricultura de subsistência (sobrevivência) e tinham de pagar pesados impostos; na cidade, ocupavam-se das tarefas domésticas e de outro tipo de serviços como vendedores ambulantes, artesãos, criados, etc., não conseguindo obter grandes rendimentos.
UM TEMPO DE GRANDES CONSTRUÇÕES
Durante o reinado de D. João V realizaram-se obras monumentais que reflectem a riqueza de que já falámos.
Tal é o caso do Convento de Mafra, cuja construção se inicia em 1717 e só vai terminar em 1770. É igualmente deste período a construção do Aqueduto das Águas Livres em Lisboa, da Igreja e Torre dos Clérigos, no Porto, da autoria de Nicolau Nasoni, da Biblioteca da Universidade de Coimbra e do Palácio de Queluz.
O BARROCO
Nesta época surgiu um novo estilo artístico: o barroco.
Caracteriza-se pela decoração muito rebuscada, com grande profusão de torneados, medalhões, curvas e contra curvas.
No interior das igrejas e palácios vamos encontrar a talha dourada, os azulejos e os mármores.
No início do século XVIII, na Europa, têm grande difusão as ideias que defendem o poder absoluto do rei (absolutismo), ou seja, o governo do país dependia da vontade do rei, verdadeiro representante de Deus na terra, que tinha todos os poderes e mandava cada vez mais.
D. João V vai seguir esta tendência política, governando Portugal como rei absoluto –Monarquia Absoluta. Durante o seu reinado, de 44 anos (1706 – 1750), nunca reuniu as cortes.
Graças às grandes quantidades de ouro e diamantes que vinham do Brasil, a que se juntavam os lucros obtidos no comércio do tabaco, açúcar, vinho e sal, D. João V detinha uma grande riqueza, com a qual conseguia manter a nobreza debaixo do seu domínio (distribuindo cargos, pensões e títulos), assim como enviava riquíssimas embaixadas a vários países.
A VIDA NA CORTE
A Corte vivia com muito luxo e ostentação.
O rei dava festas esplêndidas e os nobres vestiam, de acordo com a moda francesa, trajes riquíssimos.
Os bailes, concertos, teatros, jogos e touradas divertiam e distraiam a Corte. Havia igualmente grandes banquetes.
Procurando imitar a vida da Corte, a nobreza vai construir palácios (os solares) um pouco por todo o país.
Entretanto, o povo vivia com muitas dificuldades: no campo, os que não emigravam para o Brasil continuavam a praticar uma agricultura de subsistência (sobrevivência) e tinham de pagar pesados impostos; na cidade, ocupavam-se das tarefas domésticas e de outro tipo de serviços como vendedores ambulantes, artesãos, criados, etc., não conseguindo obter grandes rendimentos.
UM TEMPO DE GRANDES CONSTRUÇÕES
Durante o reinado de D. João V realizaram-se obras monumentais que reflectem a riqueza de que já falámos.
Tal é o caso do Convento de Mafra, cuja construção se inicia em 1717 e só vai terminar em 1770. É igualmente deste período a construção do Aqueduto das Águas Livres em Lisboa, da Igreja e Torre dos Clérigos, no Porto, da autoria de Nicolau Nasoni, da Biblioteca da Universidade de Coimbra e do Palácio de Queluz.
O BARROCO
Nesta época surgiu um novo estilo artístico: o barroco.
Caracteriza-se pela decoração muito rebuscada, com grande profusão de torneados, medalhões, curvas e contra curvas.
No interior das igrejas e palácios vamos encontrar a talha dourada, os azulejos e os mármores.
Este
estilo é, também ele, resultante da grande quantidade de dinheiro disponível.
CONCEITOS:
Absolutismo – sistema de governo em que o rei concentra em si todos os poderes (legislativo, executivo e judicial) que considera recebidos directamente de Deus.
Barroco – estilo artístico que em Portugal está ligado à descoberta do ouro no Brasil.
Talha dourada – madeira trabalhada revestida por uma fina camada de ouro. Utilizada sobretudo nos altares das igrejas.
DATAS A RETER:
1706 – Início do reinado de D. João V
1717 – Início da construção do convento de Mafra.
1719 – Fundação da Real Academia da História.
1734 – Guerra com Espanha.
1750 – Morte de D. João V.
APLICA O QUE APRENDESTE
1. Identifica o tipo de monarquia que D. João V praticou em Portugal.
2. Indica os produtos brasileiros que permitiram ao rei a obtenção de grandes lucros.
3. Identifica o novo estilo artístico deste período.
4. Enumera dois elementos decorativos utilizados por este estilo.
CONCEITOS:
Absolutismo – sistema de governo em que o rei concentra em si todos os poderes (legislativo, executivo e judicial) que considera recebidos directamente de Deus.
Barroco – estilo artístico que em Portugal está ligado à descoberta do ouro no Brasil.
Talha dourada – madeira trabalhada revestida por uma fina camada de ouro. Utilizada sobretudo nos altares das igrejas.
DATAS A RETER:
1706 – Início do reinado de D. João V
1717 – Início da construção do convento de Mafra.
1719 – Fundação da Real Academia da História.
1734 – Guerra com Espanha.
1750 – Morte de D. João V.
APLICA O QUE APRENDESTE
1. Identifica o tipo de monarquia que D. João V praticou em Portugal.
2. Indica os produtos brasileiros que permitiram ao rei a obtenção de grandes lucros.
3. Identifica o novo estilo artístico deste período.
4. Enumera dois elementos decorativos utilizados por este estilo.
Adaptado de: http://historiaviva-vanda51.blogspot.pt/2010/01/o-reinado-de-d-joao-v.html
28/01/2013
O mercantilismo: revisões
O mercantilismo e a riqueza das nações
Documento 1
"O objetivo de Colbert é tornar o país mais opulento que todos os outros(...) rico nas artes [manufaturas], sem ter necessidade de coisa alguma e com capacidade de fornecer toda a espécie de coisas aos outros estados.(...) Faz tudo para instalar em França as melhores indústrias e impede os outros estados de introduzirem os seus produtos no reino da França. (...)
Relatório do embaixador veneziano na corte de França, 1665-1668 (adaptado)
Documento 2
1 - Apresenta as medidas postas em prática pelos defensores do mercantilismo para atingir o seu
principal objectivo: permitir aos Estados a acumulação de metais preciosos.
3 - Identifica a actividade económica mais rentável desenvolvida no Antigo Regime e os produtos que asseguravam esse lucro.
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