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04/03/2013

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Documento 1
Artº 1º - Sua Majestade, El-Rei de Portugal, promete (…) admitir para sempre, no Reino de Portugal, os panos de Inglaterra, como era costume até ao tempo em que foram proibidos pelas leis (…)
Artº 2º - É estipulado que sua Majestade britânica (…) será obrigada daqui em diante, a admitir na Grã-Bretanha os vinhos de Portugal (…) não se poderá exigir os direitos de alfândega (…) mais do que se costuma exigir ao vinho de França (…)
Tratado de Methuen, 1703

Documento 2
A descoberta de minas e ouro no Brasil, nos finais do século XVII, fez com que Portugal deixasse de ficar dependente dos metais espanhóis e criou a ilusão de que haveria ouro suficiente para cobrir o défice da balança comercial.

Documento 3
 “Embora o reino seja pequeno, mais de metade está por cultivar” e lamentava-se “Que riquezas não extrairia Sua Majestade dos seus estados se eles fossem povoados por gentes laboriosas!”
(in Portugal de D. João V, visto por três forasteiros)

Analisa os documentos e explica a situação da economia (comércio, agricultura e manufaturas) em Portugal, quando o rei D. José chega ao trono.

1 comentário:

Anónimo disse...

Quando D.José chega ao trono encontra Portugal numa grave crise económica. Com a descoberta do ouro brasileiro, os portugueses deixaram os campos e as manufaturas e agora que as remessas de ouro diminuíram, Portugal tornou-se num pais mais pobre, importa mais do que exporta e tem mais de metade dos campos por cultivar. Para resolver este problema o governo português (Marquês de Pombal) retomou a politica mercantilista. Assim fundou grandes companhias de comercio ás quais concedeu o monopólio do comércio ultramarino, criou a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, criou manufaturas de têxteis de algodão, reorganizou a Real Fábrica das Sedas, para vencer a crise em que o país se encontrava.

iolanda nº6 8ºA