Número total de visualizações de página

29/11/2010

A exploração económica dos territórios descobertos

Os portugueses adoptaram formas diferentes de explorar as riquezas exisntes nas novas terras descobertas.
Analisa o quadro resumo que foi elaborado nas tuas aulas.

14/11/2010

FICHA DE AVALIAÇÃO - ORIENTAÇÕES DE APRENDIZAGEM

Está na hora de começar a preparar, de forma atempada, a tua avaliação relativa ao tema da expansão. Segue a seguinte listagem de orientações na preparação do teu estudo.
Relembro que em cada sessão de estudos tenhas junto a ti o livro, o caderno e um dicionário de língua portuguesa.

Claro que o mail do professor está sempre à tua disposição para os esclarecimentos necessários.

ORIENTAÇÕES DE APRENDIZAGEM


Localizar no tempo e no espaço o expansionismo europeu.

Identificar os problemas do reino de Portugal que conduziram ao início da expansão.

Mostrar o interesse de toda a sociedade portuguesa na expansão.

Assinalar os factores que contribuíram para o pioneirismo português na expansão europeia (condições da prioridade portuguesa: geográficas, políticas, técnicas, científicas e tradição marítima).

Explicar os interesses que estavam na base da expedição portuguesa a Ceuta.

Referir as principais razões do fracasso da expedição a Ceuta.

Destacar o papel desempenhado pelo Infante D. Henrique nos Descobrimentos.

Caracterizar a forma de colonização da Madeira e dos Açores.

Enumerar as principais etapas da exploração da costa africana até à morte do Infante D. Henrique.

Justificar a importância da caravela nas viagens de descoberta.

Comparar a política expansionista de D. Afonso V com a de D. João II.

Relaciona a rivalidade entre Portugal e Castela com a descoberta da América por Cristóvão Colombo.

Explicar a importância do Tratado de Tordesilhas.

Caracterizar a forma de organização do comércio e de exploração das riquezas da Costa Ocidental Africana.

Caracterizar as estratégias postas em prática para a constituição do Império Português do Oriente.

09/11/2010

A Expansão - apresentação


Explora a apresentação que te é disponibilizada.


As etapas da expansão: de Ceuta ao Índico


Conhece os principais momentos da navegação ao longo da costa africana

02/11/2010

A Expansão Portuguesa no início do século XV

Clica na imagem e viaja com os primeiros navegadores.


14/10/2010

Cultura e arte na Idade Média

Explora a apresentação que te é disponibilizada.

Higiene e Peste Negra na Idade Média

Na Idade Média, o banho, era considerado prejudicial se tomado em excesso. As pessoas geralmente tomavam apenas dois ou três banhos ao ano; e quase sempre por volta do mês de Maio ou Junho, quando começa a primavera na Europa e o clima já estava um pouquinho mais quente. Daí a origem do mês de Maio, ser o mês eleito para os casamentos, porque desta feita as noivas tomavam o banho no mês de Maio e o cheiro não era tão forte. O uso do bouquet pela noiva também era utilizado para dissipar o mau odor da mesma. Quando era decidido que o banho seria tomado, quem tinha prioridade de usar a agua limpa, ou seja a primeira agua, era o chefe da família, e assim sucessivamente os banhos eram tomados, a começar pelo pai, mãe, filhos, e por último os bebés; quando então a agua já estava totalmente imunda.
O cheiro dos corpos, de suor e das partes íntimas impregnavam todas as casas. As roupas eram lavadas também somente duas ou três vezes ao ano, devido a raridade das mesmas e o alto custo do sabão. Em consequência disto, cheiravam mal, eram imundas, e viviam cheias de pulgas, piolhos e insectos. Os dentes não eram lavados, portanto a grande maioria já não os tinha na boca, e as pessoas que ainda os tinham, estavam apodrecidos e negros. Quando vemos em fotos antigas, lacaios a abanar as pessoas, não era pelo calor e sim pelo odor fétido que era exalado das bocas e das partes íntimas; portanto usava-se o abano para dissipar o mau cheiro.
Nas áreas urbanas, os excrementos e a água usada no banho eram atirados pela janela, o esgoto era a céu aberto o que obviamente propiciava a proliferação do mau cheiro e de doenças altamente contagiosas e infecciosas. As roupas de cama eram sujas, e as vezes dormiam numa mesma cama quatro ou seis pessoas. Devido a tanta falta de higiene e a muitas vezes manterem animais de grande porte dentro de casa, a proliferação dos ratos era também grande. A taxa de mortalidade infantil era grande, 1/3 das crianças morriam antes de completar um ano de idade. A saúde era tratada com desleixo, e quase sempre designavam a doença como um castigo divino. As doenças eram tratadas com infusões caseiras e por vezes tratamentos absurdamente exóticos, utilizando excrementos de animais, urina e outros tipos de unguentos. Devido a falta de higiene, não era de se estranhar que muitas pessoas morressem, e em meados do século XIV, uma peste devastou 1/3 da população europeia. Estamos a falar da Peste Negra, que eram transmitidas aos humanos através da picada de pulgas de ratos doentes. Estes ratos chegavam à Europa nos navios vindos do Oriente entre os anos de 1346 e 1352. Como as cidades não tinham condições higiénicas adequadas, os ratos se espalharam facilmente. O lixo acumulava-se nas ruas. Rapidamente a população de ratos aumentou significativamente.
Estes ratos estavam contaminados com a bactéria Pasteurella Pestis. E as pulgas destes roedores transmitiam a bactéria aos homens através da picada. Os ratos também morriam da doença e, quando isto acontecia, as pulgas passavam rapidamente para os humanos para obterem seu alimento, o sangue. Após o contágio a pessoa tinha poucos dias de vida. Os sintomas eram febre altíssima, mal-estar geral, vómitos e bolhas de pus espalhavam-se pelo corpo do doente, principalmente nas axilas e virilhas. As pessoas atribuíam a peste como sendo um castigo divino, enviado aos homens para pagarem os seus pecados.

http://www.galeon.com/projetochronos/chronosmedieval/concilium/pandemia.htmale

11/10/2010

Crises e revoluções no século XIV


Consulta o esquema e revê e organiza os teus conhecimentos.



03/10/2010

Correcção do TPC

Consulta a correcção do TPC sobre a temática do desenvolvimento dos séculos XII a XIV

29/09/2010

O desenvolvimento europeu nos séculos XI a XIV


Consulta o esquema e reflecte sobre o trabalho desenvolvido nas aulas.

04/05/2010

Ficha formativa: prepara a tua avaliação

– Localiza no tempo o Antigo Regime.
– Identifica a principal actividade económica desenvolvida neste período e descreve as suas principais características.
– Refere a actividade com maior crescimento e o principal objectivo pretendido pelo mercantilismo.
– Indica o responsável pela adopção das primeiras medidas mercantilistas em Portugal.
– Descreve três das medidas por ele postas em prática e avalia o resultado dessas medidas.

No Antigo Regime a sociedade continua a apresentar a mesma estrutura que vinha da Idade Média.

– Identifica os grupos privilegiados e não privilegiados.
– Refere duas importantes regalias dos grupos privilegiados.
– Dá a tua opinião sobre a organização da sociedade do Antigo Regime.

Deus estabeleceu os reis como seus ministros e reina por meio deles sobre os povos. Por isso vimos que o trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. [...]

– Refere qual a origem do poder do rei, referida no documento anterior.
– Identifica o rei português que melhor representou o Absolutismo Régio.
– Quais os meios por ele usados para afirmar o seu poder absoluto?

O Despotismo Pombalino
– Explica em que consistiu o Despotismo Iluminado ou Esclarecido.
REfere:
a) O reinado em que O Marquês de Pombal desenvolveu a sua actividade.
b) A catástrofe que lhe permitiu demonstrar o seu poder de decisão.
c) Descreve a sua actuação face aos grupos privilegiados.
e) Em que grupo social confiou e se apoiou na sua governação?


3 – O Barroco




- Identifica as principais características da escultura barroca.

- Refere as condições económicas que permitiram em Portugal a produção de obras neste estilo.


“ O rei recebe dos seus súbditos a autoridade que tem sobre eles e essa autoridade é limitada pelas leis da natureza e do Estado (...) o príncipe não pode, portanto, dispor do seu poder e do dos seus súbditos sem consentimento da nação.”
Diderot “Autoridade Política”, Enciclopédia

- Identifica o movimento cultural presente no documento.
- Refere o que deveriam fazer os governantes para pôr em prática as ideias iluministas.
– Identifica as instituições que em Portugal se opuseram a estas novas ideias.

19/04/2010

O BARROCO


A arte Barroca era uma arte espectacular e faustosa, nas igrejas, atraía os fiéis, impressionando-os. Por isso foi denominada a arte da Contra-Reforma e foi utilizada pela Igreja Católica para reforçar a fé junto dos crentes.
É uma arte caracterizada pela ausência de espaços vazios, pela ideia de movimento e teatralidade e pelo apelo aos sentidos, à emotividade.

O Barroco abandonou a simplicidade, as linhas horizontais e a simetria da arte renascentista e criou:
Na arquitectura – igrejas e edifícios civis (palácios) com fachadas monumentais com linhas curvas e contracurvas e interiores ricamente decorados. Artistas: Bernini e Borromini.


Na escultura – figuras com forte expressividade, com uma grande carga dramática e emotiva. Artistas: Bernini


Na pintura – marcada pela exuberância e ostentação, pelos contrastes de luz e cor, expressividade das personagens e teatralidade. Os temas são marcadamente religiosos para emocionar os fiéis e combater o Protestantismo. Também as famílias da nobreza se fizeram retratar. Artistas: Velasquez, Rubens e Rembrandt.

O BARROCO EM PORTUGAL
A abundância do ouro brasileiro permitiu a construção de elevado número de construções barrocas. (Igreja do Carmo, Torre dos Clérigos, (Porto), Palácio de Mateus, (Vila Real);



A marca dos artistas portugueses fez-se sentir sobretudo nos altares e coches, decorados com Talha dourada e nos painéis de azulejos que decoram igrejas, salões, jardins.

03/03/2010

18/02/2010

03/02/2010

Orientações de aprendizagem
O Renascimento e Reforma

O que foi o Renascimento, em que séculos se desenvolveu, onde surgiu e porquê.

O Humanismo:
O que foi, quem eram os humanistas, quais as suas principais preocupações, quais as criticas que faziam .
Identificar alguns dos mais importantes humanistas.

O Conhecimento da natureza e o desenvolvimento das ciências. O papel de Portugal neste desenvolvimento científico.
A importância da Imprensa.

A ARTE
Principais características da arquitectura, pintura e escultura;
Alguns importantes artistas
O estilo Manuelino

Reforma e Contra-reforma
As principais críticas feitas à igreja pelos humanistas
A questão das indulgências: o que foi, a critica de Lutero e ruptura na Igreja.
A reacção da Igreja Católica (Contra-reforma):
A renovação interna
O combate ao protestantismo (Inquisição, Index, Companhia de Jesus)
A actuação da inquisição em Portugal: os principais alvos.

01/02/2010

Correcção da ficha formativa: Renascimento e Reforma

1a) Continente Europeu;
1b) A Itália e os Países Baixos.
1c) Por ex.: Paris, Colónia, Nuremberga.
1d) Porque foi nas cidades italianas que se concentram os principais centros de desenvolvimento do Renascimento.

2) O movimento cultural do Renascimento desenvolve-se na Europa, nos séculos XV e XVI e pretendia valorizar o Homem que acredita em si e nas suas capacidades para melhorar o seu destino na Terra.

3) Antropocentrismo – Ideia que valoriza o Homem e o coloca no centro de tudo. Este homem é visto como a mais perfeita das criaturas criadas por Deus.
Heliocentrismo – Teoria que defende que o Sol está no centro do universo e que os planetas giram à volta deste astro. Esta teoria foi construída depois de um estudo cuidado e opõe-se á ideia medieval que defende ser a Terra o centro do universo (Geocentrismo)

4.1) Arquitectura: - Simetria, Cúpula, colunas clássicas, frontão triangular.
Pintura: – Perspectiva e profundidade, Pintura a óleo, geometrização, sfumatto, tema religioso.
Escultura: – Nú, perfeição anatómica, Realismo, Imitação dos clássicos.

4.2) Porque é uma arte que segue os modelos produzidos pelos Antigos gregos e romanos, os clássicos.

5.1) O Luteranismo defende que o culto é prestado apenas a Deus e que a salvação se obtém apenas pela fé. A Bíblia é a única fonte de fé e apenas são reconhecidos 2 sacramentos: o baptismo e a comunhão.

5.2) A Igreja Católica para combater as heresias reforçou o papel da Inquisição e criou o Index, uma lista de livros de leitura proibida. Para expandir a fé católica para as novas terras descobertas criou a Companhia de Jesus.

6 – A Razão e a religião devem conciliar-se pois não é aceitável que por razões religiosas haja perseguições e guerras entre povos. O objectivo das religiões deverá ser o de promover o bem-estar espiritual das pessoas e não promover o medo e o ódio.

7) Qual é o modo de vida anterior? A Idade Média, o período do TEocentrismo
Em grande medida sim pois o Homem começa a assumir cada vez mais o seu papel no conhecimento do mundo e acredita nas suas capacidades e na liberdade que Deus lhe concedeu para decidir o seu destino. Agora temos um Homem que procura o conhecimento do mundo e das coisas, pensa por si próprio.

20/01/2010

Correcção do TPC sobre Arte Renascentista

Descarrega aqui a correcção do trabalho e compara com as conclusões a que tu chegaste.

A Reforma e a Contra Reforma (apresentação)

Consulta a apresentação sobre o movimento da Reforma Protestante e Contra-Reforma Católica

18/01/2010

A Inquisição



Os cárceres estão cheios. As denúncias não param. Irmãos denunciam os irmãos, mulheres denun­ciam os maridos, os filhos denunciam os pais. Uma sombra devota de terror trespassa a alma do País.Eis um pequeno sumário.

20 de Setembro de 1533 - António Correia denunciou Duarte Fernandes por não comer toucinho.
12 de Janeiro de 1554 - Diogo Antunes, estudante dos Jesuítas, disse que foi a casa de um calceteiro e que este tinha na parede uma estampa com um santinho com teias de aranha.
18 de Junho de 1554 - Compareceu o ouri­ves Pedro Rodrigues por ter dito que certas mulheres iam à romaria da Senhora da Luz menos por devoção do que por poucas vergo­nhas.
31 de Janeiro de 1555 - Compareceu Baltasar Gomes, ourives, que denunciou um flamengo que não tirou o barrete quando passava diante da cruz.
9 de Março de 1555 - O padre Luís Neto, capelão da Sé, acusou um inglês chamado Ricardo, que disse que o Papa canonizava os santos por dinheiro.
9 de Setembro de 1555 - João de Paris, relojoeiro francês, denunciou o inglês Marcos, mestre da Nau, que disse que não era preciso rezar aos santos, bastava fazê-lo a Deus.
21 de Janeiro de 1556 - André Pires, padre de Sarzedas, denunciou António Rodrigues por ter dito que Nossa Senhora era judia.
16 de Fevereiro de1556 - O jesuíta João Dício acusou o flamengo Reiner, lapidador de pedras, por ter dito que era mais virtuosa a vida dos casados que a dos religiosos.
26 de Março de 1556 - Ascenso Fernandes denunciou Pedro de Loreto, carpinteiro fran­cês, por comer carne à sexta-feira.
22 de Abril de 1556 - Francisco Gonçalves denunciou Rodrigues Álvares, escrivão, por vestir aos sábados pelote, calça preta, boas botas e roupão esverdeado, com pesponto de seda e alamares, ao passo que nos dias san­tos traz só gabão de mangas curtas.
10 de Julho de 1556 - Fernando Afonso denunciou dois hereges de Ponte de Lima, que disseram que a hóstia era apenas pão.
30 de Abril de 1557 - Manuel Borges denunciou António Gonçalves por ter dito que dormir com uma mulher não era mal nenhum.


José Hermano Saraiva e Maria Luísa Guerra
Diário da História de Portugal

11/01/2010

Arte Renascentista

O RENASCIMENTO_Jan2010

Organiza o teu estudo [A arte Renascentista]


Lê atentamente a informação e observa as imagens disponíveis no teu manual - páginas 60 a 65.
Testa os teus conhecimentos construindo e preenchendo uma tabela com as seguintes entradas:

Tipo de Arte ----- Principais características ------ obras representativas ------ Principais autores

Já sabes que qualquer dúvida pode e deve ser esclarecida junto do professor através dos contacto que tens à tua disposição.

Bom trabalho!

06/01/2010

O Renascimento - revisão de conteúdos


Após o estudo da arte renascentista, revê o nível dos teus conhecimentos com a ficha formativa que coloco à tua disposição. Podes consultar o teu manual.
O Renascimento

O Renascimento - Conceitos

Os séculos XV e XVI foram na Europa um período de descobertas e de procura do do saber:os países ibéricos partem à descoberta de novas terras e novos povos; o homem interessa-se por si e torna-se objecto de estudo e de valorização.
Ao conceber o Homem como centro do Universo e defendendo a sua valori­zação e dignificação, o movimento de renovação cultural dos séculos XV e XVI apelou para novos valores: o individua­lismo, o espírito crítico, a tolerância e a curiosidade científica. Embora de forma lenta e inicialmente muito localizada, uma nova mentalidade se impôs nos meios culturais europeus - a mentali­dade renascentista. Inicia-se o período do Renascimento.
Alguns importantes conceitos necessários para compreender este período:

Antropocentrismo - considera o homem no centro do mundo, como sendo o mais importante ser da criação.

Humanismo - inspira-se nos modelos greco-romanos e consiste na valorização do Homem e das suas capacidades intelectuais. Criticam a sociedade do seu tempo e os vícios dos poderosos.

Classicismo - valorização da Antiguidade clássica na literatura e nas artes e recuperação dos seus temas e modelos.

Individualismo - Afirmação plena do indivíduo que procura a fama e a glória na sua vida terrena, orgulhando-se das suas capacidades e do seu esforço.

Naturalismo - Observação e estudo da natureza e dos seus fenómenos, incluindo o estudo da natureza humana. Esta valorização da observação e da experiência teve um forte contributo dos portugueses devido às suas viagens de descoberta e permitiu o desenvolvimento das ciências
(Astronomia, Geografia, Matemática, Botânica, Medicina...).

Espírito Crítico - importância dada à Razão que tudo deve explicar e os leva a criticar os abusos do clero e dos senhores.