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22/10/2013

Orientações de aprendizagem

Nota do professor: Para preparar convenientemente os momentos de avaliação sumativa, deves, atempadamente, analisar as orientações de aprendizagem e começar a estudar usando o manual e os apontamentos do teu caderno diário. Qualquer dúvida que te surja deverá ser colocada ao professor na sala de aula ou em qualquer momento onde te seja possível reunir com o docente. Usa o email para tirar dúvidas: gouveiajm@gmail.com
Bom trabalho!

Identifica as principais diferenças entre os estilos românico e gótico.

Conhecer os fatores (causas) que estiveram na origem da crise do século XIV.

Avaliar as consequências da crise (demográficas, económicas e sociais).

Conhecer a ação dos reis portugueses para tentar ultrapassar os efeitos da crise do século XIV, em Portugal.

Compreender os factos que estiveram na origem da crise política portuguesa e o seu desenvolvimento.

Conhecer as tomadas de posição e o envolvimento da sociedade portuguesa nesta crise política.

Justificar a importância da batalha de Aljubarrota.

Localizar no tempo e no espaço o expansionismo europeu.

Assinalar os fatores (motivações e condições) que contribuíram para o pioneirismo português na expansão europeia.

Mostrar o interesse de toda a sociedade portuguesa na expansão.

Explicar os interesses que estavam na base da expedição portuguesa a Ceuta.

Compreender as principais razões do fracasso da expedição a Ceuta.

Conhecer as primeiras descobertas e o modo de ocupação e exploração das ilhas atlânticas.

Conhecer as principais fases da descoberta e o modo de exploração da costa africana 


Comparar a política expansionista de D. Afonso V com a de D. João II.

26/05/2013

Orientações de aprendizagem

1- A Revolução Francesa: principais causas da revolução (pág.20)

2 -Que alterações ocorreram com a revolução francesa? (pág.22-24)

3- As conquistas da revolução: que ideias chave ficaram da revolução francesa e que mais tarde alastraram a muitos lados no mundo? (pág.26)

4-A Revolução Liberal Portuguesa: As invasões francesas: porque se dão? A fuga do rei para o Brasil-quem fica cá a defender o país? (página 28)

5 - A revolução de 1820: o que motivou os revolucionários? (pág.30)

6 – Principais mudanças no país (pág. 30)

7- O regresso do rei e a guerra civil entre dois irmãos- causas dessa guerra. (D. Pedro liberal e D. Miguel absolutista) (pág.32)

8- O triunfo da Monarquia Constitucional: após um período conturbado de guerra civil Portugal vai finalmente conseguir estabilizar-se e fazer reformas liberais de fundo: quais foram essas reformas e quem foi o seu obreiro? (pág.34)

9 - A Expansão da Revolução industrial:
9.1 - Os novos países industrializados;
9.2 - O desenvolvimento dos transportes e o desenvolvimento do comércio mundial;
9.3 - Novas industrias e novas fontes de energia.

 Sobre a Revolução Liberal Portuguesa, consulta este documento:

13/05/2013

Ficha Formativa: Revolução liberal portuguesa


As invasões francesas e o regime liberal português
Cortes portuguesas 


Responde às questões e publica as tuas respostas no Blog. Não esqueças: elabora as tuas respostas no word e depois de verificares se estão corretas, copia-as para a caixa de publicação de comentários. Identifica o teu nome no final.
Prazo limite: 5ª feira à noite.
Bom trabalho!

COMENTÁRIO DO PROFESSOR

Apenas 5 alunos (André, Bruna, Edgar, Iolanda e Sandro), cumpriram a sua obrigação, realizando a ficha de trabalho. Lamento a falta de responsabilidade da parte da maioria dos alunos, situação que não contribui para o trabalho de equipa e a a confiança que se pretende estabelecer entre professor e alunos.


1 – Onde estavam o Rei e a Corte durante as invasões francesas?
Estavam no Brasil, onde se refugiaram após a entrada em Portugal do exército franco-espanhol, durante as invasões francesas.

2 – Quantas invasões, das tropas franco-espanholas, Portugal sofreu? Refere os anos, as regiões onde se verificaram e os generais que as lideraram.
Portugal sofreu três invasões: 
1ª invasão - ocorreu em 1807 – entrou pela Beira Baixa (Segura) e avançou em direcção a Castelo Branco, Vila Velha de Ródão, Abrantes e Lisboa, seguindo a linha do Tejo. Foi liderada pelo general Junot.
2ª invasão - ocorreu em 1809 – entrou pelo Norte, passou por Chaves, Braga e Porto. Foi comandada por Soult, 
3ª invasão - ocorreu em 1810 - entrou pela Beira Alta, ao longo do Mondego, em direcção a Lisboa, tendo sido detida nas linhas de Torres. Foi comandada por Massena


3 - Depois de expulsos os franceses quem assegurou o governo de Portugal?
Foram os militares ingleses, liderados pelo general Beresford, que assegurou a regência.

4 – Os portugueses concordavam com este governo? Justifica a tua resposta.
Não concordavam porque o Brasil foi promovido à categoria de reino e Portugal tornou-se uma colónia brasileira.Os ingleses aproveitaram para defender os seus interesses, abrindo os portos brasileiros ao comércio estrangeiro, reduzindo as taxas alfandegárias dos produtos ingleses e prejudicando os negócios do comércio e indústria portugueses, em favor da Inglaterra.

5 - Identifica dois momentos de reação dos portugueses contra a governação inglesa.
Em 1817 deu-se uma conspiração contra os ingleses que foi fortemente reprimida, tendo o general Gomes Freire de Andrade sido enforcado
Em 1820 os regimentos do Porto revoltaram-se, mais tarde verificou-se o mesmo em Lisboa. A revolução Liberal triunfou.


6 – Onde e em que data foi feita a Revolução Liberal portuguesa?
Foi no Porto em 24 de Agosto de 1820.

7 – Resume as mais importantes decisões tomadas pelas Cortes Constituintes.
Exigiram o regresso do rei D. João VI; 
puseram fim a o regime feudal abolindo os direitos senhoriais; 
extinguiram a inquisição e nacionalizaram os bens da Coroa;
elaboraram a 1ª constituição portuguesa que defendia os direitos e liberdade , a soberania da nação e a separação dos poderes.


8 – Que tipo de regime foi implantado?
Uma monarquia constitucional.

9 - Quais os motivos que levaram D. Pedro a proclamar a independência do Brasil?
Porque as Cortes Constituintes legislaram no sentido de o Brasil voltar a ser uma colónia e que o príncipe D. Pedro voltasse para Portugal. Este apoiado pela sociedade brasileira reagiram declarando a independência. “Grito do Ipiranga”.

20/04/2013

Correção da ficha formativa: Revolução agrícola e industrial

Descarrega o ficheiro trabalhado na última aula e que agora já podes aceder.

18/04/2013

ORIENTAÇÕES DE APRENDIZAGEM


Conhece os principais progressos da ciência, no século XVII.

Identifica as novas ideias sociais e políticas do Iluminismo.

Conhece a importância das reformas do ensino implementadas pelo Marquês de Pombal.

Reconhece o século XVIII como sendo um século de revoluções.

Compreende os factores que estiveram na origem da Revolução Agrícola inglesa.

Explica o aumento demográfico Inglês e europeu, no séc. XVIII.

Indica as condições e factores da prioridade inglesa no arranque da Revolução Industrial.

Indicar e caracterizar os principais sectores de arranque da Revolução

Enumera alguns dos mais importantes progressos técnicos verificados nesta altura.

Compreende as alterações no modo de produção, verificadas com a revolução industrial.

Reconhece a existência de problemas ambientais e sociais resultantes da Revolução Industrial.

11/04/2013

Revolução Agrícola e Revolução Industrial inglesas

Consulta a apresentação trabalhada na aula e revê o que estudámos sobre as Revoluções agrícola e industrial ocorridas na Inglaterra.



04/03/2013

Revê os teus conhecimentos

Documento 1
Artº 1º - Sua Majestade, El-Rei de Portugal, promete (…) admitir para sempre, no Reino de Portugal, os panos de Inglaterra, como era costume até ao tempo em que foram proibidos pelas leis (…)
Artº 2º - É estipulado que sua Majestade britânica (…) será obrigada daqui em diante, a admitir na Grã-Bretanha os vinhos de Portugal (…) não se poderá exigir os direitos de alfândega (…) mais do que se costuma exigir ao vinho de França (…)
Tratado de Methuen, 1703

Documento 2
A descoberta de minas e ouro no Brasil, nos finais do século XVII, fez com que Portugal deixasse de ficar dependente dos metais espanhóis e criou a ilusão de que haveria ouro suficiente para cobrir o défice da balança comercial.

Documento 3
 “Embora o reino seja pequeno, mais de metade está por cultivar” e lamentava-se “Que riquezas não extrairia Sua Majestade dos seus estados se eles fossem povoados por gentes laboriosas!”
(in Portugal de D. João V, visto por três forasteiros)

Analisa os documentos e explica a situação da economia (comércio, agricultura e manufaturas) em Portugal, quando o rei D. José chega ao trono.

26/02/2013

Orientações de aprendizagem


O poder Absoluto em Portugal:

O reinado de D. João V

O despotismo esclarecido pombalino e o reforço do poder do Estado

O desenvolvimento comercial e manufatureiro e a promoção da burguesia

O terramoto de 1755 e a reconstrução da cidade de Lisboa

A arte barroca
Caraterísticas na arquitectura, pintura e escultura.

Caraterísticas (particularidades) do barroco português.

18/02/2013

Absolutismo régio_esquema


Sociedade de ordens - quadro resumo

Com a devida vénia a http://professorpedro.wordpress.com

17/02/2013

A Monarquia Absoluta


A MONARQUIA ABSOLUTA

No início do século XVIII, na Europa, têm grande difusão as ideias que defendem o poder absoluto do rei (absolutismo), ou seja, o governo do país dependia da vontade do rei, verdadeiro representante de Deus na terra, que tinha todos os poderes e mandava cada vez mais.
D. João V vai seguir esta tendência política, governando Portugal  como rei absoluto –Monarquia Absoluta. Durante o seu reinado, de 44 anos (1706 – 1750), nunca reuniu as cortes.
Graças às grandes quantidades de ouro e diamantes que vinham do Brasil, a que se juntavam os lucros obtidos no comércio do tabaco, açúcar, vinho e sal, D. João V detinha uma grande riqueza, com a qual conseguia manter a nobreza debaixo do seu domínio (distribuindo cargos, pensões e títulos), assim como enviava riquíssimas embaixadas a vários países.  

A VIDA NA CORTE

A Corte vivia com muito luxo e ostentação.
O rei dava festas esplêndidas e os nobres vestiam, de acordo com a moda francesa, trajes riquíssimos.
Os bailes, concertos, teatros, jogos e touradas divertiam e distraiam a Corte. Havia igualmente grandes banquetes.
Procurando imitar a vida da Corte, a nobreza vai construir palácios (os solares) um pouco por todo o país.
Entretanto, o povo vivia com muitas dificuldades: no campo, os que não emigravam para o Brasil continuavam a praticar uma agricultura de subsistência (sobrevivência) e tinham de pagar pesados impostos; na cidade, ocupavam-se das tarefas domésticas e de outro tipo de serviços como vendedores ambulantes, artesãos, criados, etc., não conseguindo obter grandes rendimentos.

UM TEMPO DE GRANDES CONSTRUÇÕES
  
Durante o reinado de D. João V realizaram-se obras monumentais que reflectem a riqueza de que já falámos.
Tal é o caso do Convento de Mafra, cuja construção se inicia em 1717 e só vai terminar em 1770. É igualmente deste período a construção do Aqueduto das Águas Livres em Lisboa, da Igreja e Torre dos Clérigos, no Porto, da autoria de Nicolau Nasoni, da Biblioteca da Universidade de Coimbra e do Palácio de Queluz.

O BARROCO

Nesta época surgiu um novo estilo artístico: o barroco.
Caracteriza-se pela decoração muito rebuscada, com grande profusão de torneados, medalhões, curvas e contra curvas.
No interior das igrejas e palácios vamos encontrar a talha dourada, os azulejos e os mármores.
Este estilo é, também ele, resultante da grande quantidade de dinheiro disponível.

CONCEITOS:

Absolutismo – sistema de governo em que o rei concentra em si todos os poderes (legislativo, executivo e judicial) que considera recebidos directamente de Deus.
Barroco – estilo artístico que em Portugal está ligado à descoberta do ouro no Brasil.
Talha dourada – madeira trabalhada revestida por uma fina camada de ouro. Utilizada sobretudo nos altares das igrejas.

DATAS A RETER:

1706 – Início do reinado de D. João V
1717 – Início da construção do convento de Mafra.
1719 – Fundação da Real Academia da História.
1734 – Guerra com Espanha.
1750 – Morte de D. João V.

APLICA O QUE APRENDESTE

1. Identifica o tipo de monarquia que D. João V praticou em Portugal.
2. Indica os produtos brasileiros que permitiram ao rei a obtenção de grandes lucros.
3. Identifica o novo estilo artístico deste período.
4. Enumera dois elementos decorativos utilizados por este estilo.

Adaptado de: http://historiaviva-vanda51.blogspot.pt/2010/01/o-reinado-de-d-joao-v.html

28/01/2013

O mercantilismo: revisões

O mercantilismo e a riqueza das nações

Documento 1
"O objetivo de Colbert é tornar o país mais opulento que todos os outros(...) rico nas artes [manufaturas], sem ter necessidade de coisa alguma e com capacidade de fornecer toda a espécie de coisas aos outros estados.(...) Faz tudo para instalar em França as melhores indústrias e impede os outros estados de introduzirem os seus produtos no reino da França. (...) 
Relatório do embaixador veneziano na corte de França, 1665-1668 (adaptado)

Documento 2

1 - Apresenta as medidas postas em prática pelos defensores do mercantilismo para atingir o seu principal objectivo: permitir aos Estados a acumulação de metais preciosos.

2 - Identifica o governante responsável pela aplicação desta doutrina económica, em França.

3 - Identifica a actividade económica mais rentável desenvolvida no Antigo Regime e os produtos que asseguravam esse lucro.

26/01/2013

Orientações de aprendizagem

Avaliação do dia 7 de fevereiro de 2013


Identificar os factores que explicam a crise do Império Português do Oriente

Descrever os acontecimentos e as circunstâncias que conduziram à União Ibérica

Justificar o apoio dos grupos dominantes da sociedade portuguesa a Filipe II e à união dinástica

Conhecer os compromissos assumidos por Filipe II nas cortes de Tomar

Explicar o domínio comercial da Holanda, a partir dos finais do séc. XVI

Compreender a importância do Ato de Navegação na afirmação do império inglês.

Distinguir mare clausum de mare liberum

Indicar os principais motivos de descontentamento dos portugueses face ao domínio espanhol.

Relacionar a Restauração da independência nacional com as ameaças à prosperidade do comércio atlântico português e com o declínio do Império Espanhol

Definir o conceito de Antigo Regime

Localizar no tempo e no espaço o Antigo Regime

Caracterizar, de forma sumária, o Antigo Regime do ponto de vista político, económico e social

Identificar os princípios fundamentais do mercantilismo e as medidas que os Estados deviam tomar para implementar estas ideias económicas.

Caracterizar a política manufactureira do conde de Ericeira.

Explicar a falência das medidas mercantilistas em Portugal e a relação com o Tratado de Methuen


14/01/2013

A União Ibérica

Antecedente: a crise dinástica 

Que resultou da morte de D. Sebastião, antes de deixar descendentes. Entre os possíveis sucessores estava o poderoso Filipe II, bisneto de D. Manuel, que governava o mais poderoso império colonial.

O poder de Castela e a crise do Império Português 

Filipe II soube estabelecer relações políticas e económicas com a nobreza, o clero e a burguesia portuguesas, obtendo dos mesmos um forte apoio pois estes grupos, devido à decadência do Império português, viam com interesse o acesso a novos mercados que eram o Império Espanhol. Para fazer valer os seus direitos Filipe II invadiu Portugal e contando com o apoio da nobreza e da burguesia portuguesas, Filipe II uniu as duas coroas, dando início a uma nova fase da política portuguesa: a União Ibérica, que se estendeu até 1640.

A administração dos reis espanhóis 


Num primeiro instante, cumprindo as promessas juradas por Filipe II nas cortes de Tomar, em 1581, Portugal manteria a autonomia administrativa e os seus domínios continuariam separados das possessões espanholas. No entanto, esse quadro perdurou por pouco tempo, pois o poder administrativo castelhano incumbiu-se de anular a autonomia lusitana, através da centralização do poder administrativo em torno de Castela.

A governação de Filipe III e do seu filho Filipe IV agravaram o incumprimento dos seus deveres para com Portugal: nomearam-se ministros castelhanos para o Conselho de Portugal, em violação dos compromissos assumidos nas cortes de Tomar. Essa medida, bem como o aumento dos impostos, devido à participação na Guerra dos Trinta Anos e como forma de sanar os problemas económicos e militares existentes no território espanhol, caracterizaram um governo extremamente impopular. O descontentamento social fez eclodir em Portugal os movimentos antifiscais, como por exemplo o ocorrido na Revolta do Manuelinho, em Évora.


A reacção portuguesa 

A União Ibérica não impediu a decadência do reino português, envolvido nas sucessivas e desastrosas guerras que a Espanha sustentava na Europa. As maiores desgraças recaíram sobre os domínios portugueses que eram atacados pelos inimigos de Castela, sobretudo no Brasil onde Portugal tinha os maiores interesses económicos. O aumento de impostos e o afastamento da nobreza portuguesa do governo, as guerras de Castela e as revoltas na Catalunha fizeram eclodir a restauração do domínio português em 1640.

Questionário:


Qual o primeiro e principal motivo que originou a União Ibérica? 

Explica a chegada de Filipe II ao trono de Portugal. 


Como descreves a governação de Filipe III e Filipe IV?


Quais os motivos que levaram à revolta dos portugueses e á restauração da Independência?


Entre que anos Portugal e a Espanha estiveram unidos numa única coroa?